HIWA (2017)

  • Fiction
  • 11min

Jay acorda em Manila, mas sonhava com Atenas. Ele tem um pesadelo, durante o qual tem uma missão especial: salvar as suas duas filhas de uma cirurgia perigosa. Na sua tentativa de resgatá-las, vagueia pela cidade de Atenas, vendo as coisas sob uma luz muito diferente. Um sonho é sempre uma experiência ultra-subjetiva, e é dessa forma que Jacqueline Lentzou apresenta esta sinfonia sensorial, com uma câmara que ora vagueia tranquilamente tão aproximada dos objetos que estes demoram alguns segundos a ganharem foco e tornarem-se identificáveis, ora se torna irrequieta e trémula, acompanhando o estado de ansiedade do nosso narrador ao descrever o seu sonho. Uma espécie de encantamento sob a forma de um poema visual, “Hiwa” é contagiante no seu estado de abstração e um elogio ao subconsciente e aos seus caminhos. (JA)

Jay wakes up in Manila, but he dreams of Athens. He has a nightmare, during which he’s got a special mission: saving his two daughters from a dangerous surgery. In his attempt to rescue them, he wanders around the city of Athens, seeing things in a very different light. A dream is always an ultra-subjective experience, and that is how Jacqueline Lentzou presents this sensorial symphony, with a camera that sometimes quietly wanders so close to the objects that it takes them a few seconds to gain focus and become identifiable and, moments later, becomes restless and unsteady, following our narrator’s state of anxiety while describing his dream. A sort of enchantment in the form of a visual poem, “Hiwa” is contagious in its state of abstraction and an elegy to the subconscious and its many paths. (JA)

Producer

Vicky Miha

Language

Philippine Languages

Subtitles

English, Portuguese

Country

Greece