FLOWERS BLOOMING IN OUR THROATS (2020)

  • Experimental
  • 9min

Filmado em 16mm após o confinamento imposto pela atual pandemia, “Flowers Blooming In Our Throats” reafirma a crença da realizadora belga Eva Giolo na linguagem que havia já enunciado no seu anterior trabalho, “A Tongue Called Mother”. Agora, um grupo de pessoas amigas e encerradas nas suas próprias casas executam diferentes e breves acções seguindo as instruções de Giolo. Nesta coreografia de mãos e luz, os gestos funcionam como palavras, compondo sequências visuais que se repetem e onde o tempo é sublinhado pela rotação de um pequeno brinquedo giratório. Busca-se a imagem da intimidade doméstica expressa entre frágeis equilíbrios. Um exercício de balanços e forças subtis que poderiam fazer lembrar os jogos provocadores da artista holandesa Manon de Boer, mas que, em Giolo, são jogados com as mãos. A partir das tensões dos corpos estudam-se as relações aparentemente simples e sempre verdadeiramente complexas. (RiM)

Filmed in 16mm after the lockdown imposed by the current pandemic, “Flowers Blooming in Our Throats” reaffirms Belgian filmmaker Eva Giolo’s belief in the language she had already articulated in her previous work, “A Tongue Called Mother”. This time, a group of friends locked up in their own houses perform different and brief actions, following Giolo’s instructions. In this choreography of hands and light, the gestures work like words, composing visual sequences that are repeated, and where time is underlined by the rotation of a little spinning toy. What is sought here is an image of domestic intimacy expressed in between fragile balances. An exercise of balances and subtle forces that could resemble the provocative games by Dutch artist Manon de Boer, but that, in Giolo, are played with hands. From the tensions in the bodies, the apparently simple and always truly complex relationships are studied. (RiM)

Countries

Belgium, Italy

Studio

Fondazione In Between Art film