FLORES (2017)

  • Fiction
  • 26min

Sob um céu em tons de lilás, num tempo distópico, o arquipélago dos Açores foi invadido por uma incontrolável praga de flores e todos os habitantes foram forçados a abandonar o território. Provenientes do Japão, as hortênsias chegaram ao arquipélago no séc. XIX, adaptando-se rapidamente ao clima e à orografia. Apenas uma pequena equipa militar tem autorização para viver numa das ilhas, São Miguel. Dois jovens militares voluntários em missão na ilha, Pedro Rosa e Alexandre Andrade, são companheiros de camarata e tornam-se inseparáveis. À medida que deambulam sozinhos pela ilha, apaixonam-se por aquele espaço misterioso e por aquele tempo suspenso. “Flores” é uma espécie de sonho eco-utópico sobre a relação entre humanos e a natureza, e sobre os humanos e a sua própria natureza, em que a narrativa se desenvolve ao seu ritmo, dispersando-se por memórias familiares, ímpetos afetivos e modos de produção capitalista. (PC)

Under a sky in shades of lilac, in a dystopian time, the Azores archipelago has been invaded by an uncontrollable flower plague, and all its residents have been forced to abandon the territory. Coming from Japan, the hydrangeas arrived in the archipelago in the 19th century, quickly adapting to the climate and the orography. Only a small military crew is authorized to live on one of the islands, São Miguel. Two of these young military volunteers, Pedro Rosa and Alexandre Andrade, are ward companions and become inseparable. As they wander the island by themselves, they fall in love with that mysterious space and that suspended time. “Flores” is some kind of eco-utopian dream about the relationship between humans and nature, and about humans and their own nature, in which the narrative follows its own pace, dispersing itself through family memories, affective impulses, and modes of capitalist production. (PC)

Language

Portuguese

Country

Portugal

Studio

Blackmaria